A virada de chave para Pedro foi fabricar a primeira barra em um processo simples de calor e pressão durante sua passagem pela região do Mekong. Quando o material ficou pronto, ele decidiu: era isso que faria dali em diante. De volta ao Brasil, encontrou no projeto a origem simbólica de construir uma casa com plástico coletado nas praias de Saquarema.
Um gesto de retorno à comunidade onde cresceu e um meio de provar pela prática o potencial do material que costuma virar lixo. Catava resíduos na praia (chegou a coletar sozinho mais de uma tonelada em um ano) enquanto uma rede de pessoas o ajudava, por meio de financiamento coletivo, a dar os primeiros passos e consolidar a primeira etapa de pesquisa.